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Críticas à Escalação do Flamengo: Filipe Luís Preso a Nomes?
Por Redação Flapress em 05/02/2026 02:30
A performance recente do Clube de Regatas do Flamengo tem sido alvo de intensos debates, com parte da crítica especializada apontando para uma possível desconexão entre o técnico Filipe Luís e o momento atual de seus atletas. Em análise veiculada no programa "Fim de Papo", Danilo Lavieri levantou a hipótese de que o comandante estaria mantendo jogadores no time titular mais pelo peso de seus nomes do que por suas contribuições efetivas em campo.
O empate do último compromisso, válido pela segunda rodada do Brasileirão, diante do Internacional no Maracanã, foi um reflexo dessa insatisfação, culminando em vaias por parte da torcida. O resultado estendeu a sequência negativa do Rubro-Negro, que agora acumula quatro partidas sem conhecer a vitória. A preparação física dos jogadores também foi colocada em xeque, com a observação de que a equipe ainda se encontra em uma fase inicial de trabalho, diferentemente de outros clubes que já atingiram um estágio mais avançado de entrosamento e performance física.
Um exemplo citado foi o desempenho de Arrascaeta, considerado peça-chave para desequilibrar partidas. No entanto, o jogador teria apresentado dificuldades em campo, "tropeçando na bola" em momentos cruciais, como observado na partida contra o São Paulo. Essa falta de brilho individual, quando combinada com resultados aquém do esperado, alimenta as discussões sobre a gestão das escalações.
O Dilema da Escalação: Momento vs. Prestígio
Lavieri enfatizou a necessidade de Filipe Luís priorizar o momento atual dos jogadores, em detrimento de qualquer apego a nomes consagrados. "Eu vejo o Filipe Luís preso alguns nomes sem perceber o momento atual do jogador. Isso aconteceu na Supercopa e aconteceu hoje de novo", declarou o comentarista. A repetição desse padrão em diferentes momentos da temporada levanta um sinal de alerta sobre a estratégia adotada pela comissão técnica.
A reflexão se estende para além do Flamengo , com Renan Teixeira comentando sobre as práticas de mercado de clubes como Palmeiras e Cruzeiro. Embora reconhecendo o direito e a saúde financeira dessas equipes, ele questionou a validade de investimentos tão vultosos em jogadores que, na Europa, não alcançariam tais avaliações. "Mas não tem time nenhum da Europa que pagaria 40 milhões de euros pelo Paquetá. Não tem time nenhum da Europa que pagaria 25 milhões de euros pelo Arias", pontuou.
Resiliência em Campo e a Realidade do Santos
Em contraste, a análise também abordou o desempenho do Palmeiras em um jogo específico, descrito como um "levanta defunto". A partida serviu para recuperar a confiança de jogadores como Murilo, que marcou um gol e deu assistência, e Allan, que, após especulações sobre uma possível transferência para o Napoli, parece ter reencontrado seu melhor futebol com um "golaço". A atuação de Andreas e Maurício também foi destacada positivamente, culminando em uma vitória crucial para o confronto do "guerra" contra o Corinthians.
Por outro lado, a situação do Santos foi descrita como um cenário de preocupação real. Alicia Klein apontou que a torcida santista tem motivos concretos para suas reclamações, evidenciando que o clube pode enfrentar mais uma temporada difícil no Campeonato Brasileiro. A persistente esperança de uma "ressurreição" de Neymar, como solução para os problemas do clube, foi vista como uma estratégia pouco eficaz, especialmente considerando que a realidade do Santos não mudou mesmo quando o jogador esteve em condições físicas de atuar.
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