- Flapress
- Zico 73 Anos: Ídolo do Flamengo Celebra Aniversário com Emoção e História
Zico 73 Anos: Ídolo do Flamengo Celebra Aniversário com Emoção e História
Por Redação Flapress em 03/03/2026 20:10
Em um cenário de movimentação nos bastidores do clube, a torcida do Flamengo encontra um motivo especial para celebração: o aniversário de 73 anos de seu maior ídolo, Arthur Antunes Coimbra, o Zico. Nesta terça-feira, dia 3 de março, o eterno camisa 10, que se destacou como um dos expoentes do futebol global entre as décadas de 70 e 80, é reverenciado por sua técnica ímpar, poder de decisão e, especialmente, suas inesquecíveis cobranças de falta.
Nascido em 3 de março de 1953, Zico era carinhosamente conhecido como "Galinho de Quintino", uma referência ao bairro suburbano do Rio de Janeiro onde cresceu ao lado de seus seis irmãos, incluindo Edu, que também trilhou uma carreira notável no futebol, vestindo camisas de clubes como Vasco e Flamengo , além de ter representado a Seleção Brasileira.
O Legado de um Rei Rubro-Negro
A magnitude de Zico para o Flamengo transcende números. O clube, em sua homenagem, declarou: "Hoje, nosso exemplo maior de amor pelo Manto Sagrado completa 73 anos. Mais do que seus 732 jogos e 508 gols, Zico define um antes e depois na nossa história. Por isso, há quem diga que o dia 3 de março é o Natal Rubro-Negro. Nós te amamos, Rei Zico! Feliz #aniversário e obrigado todos os dias!"
A trajetória de Zico com a camisa rubro-negra teve início em 1971, aos 18 anos. No ano seguinte, o "Galinho" conquistou seu primeiro título pelo clube, o Campeonato Carioca, que viria a levantar por mais seis vezes. Sua coleção de troféus com o Flamengo é impressionante, incluindo quatro títulos do Campeonato Brasileiro (1980, 1982, 1983 e 1987), além das gloriosas conquistas da Libertadores da América e do Mundial Interclubes em 1981. Em 732 partidas disputadas, Zico marcou 508 gols, demonstrando uma consistência e brilho excepcionais.
É por isso que o dia 3 de março se tornou uma data icônica para os torcedores, um verdadeiro "Natal Rubro-Negro", em que a Nação celebra a vida e o legado de Arthur Antunes Coimbra.
Zico na Seleção Brasileira e no Cenário Internacional
Pela Seleção Brasileira, Zico também deixou sua marca indelével, participando de 89 partidas e anotando 66 gols. Sua contribuição se estendeu à conquista de diversos títulos, como a Taça do Atlântico, Copa Roca, Copa Rio Branco e Taça Oswaldo Cruz, todas em 1976, além do Torneio Bicentenário dos EUA e da Taça Brasil-Inglaterra em 1981.
Sua participação em três Copas do Mundo (1978, 1982 e 1986) o colocou no panteão dos maiores jogadores de sua geração. Na edição de 1982, na Espanha, integrou um dos meios-de-campo mais talentosos da história das Copas, ao lado de Falcão, Sócrates e Toninho Cerezo, encantando o mundo com um futebol arte, mesmo sem o título.
Carreira Pós-Flamengo: Da Itália ao Japão e Além
Após sua era de ouro no Flamengo , Zico expandiu seus horizontes atuando pela Udinese, da Itália, entre 1983 e 1985, e pelo Kashima Antlers, no Japão, de 1991 a 1994. Em ambas as passagens, conquistou o status de ídolo, com especial carinho dos torcedores japoneses. Sua aposentadoria como jogador, em 1994, marcou o início de uma nova fase em sua carreira.
Assumiu a diretoria do Kashima Antlers em 1996, permanecendo até 2002, quando aceitou o desafio de comandar a Seleção Japonesa. Exerceu essa função até 2006. Sua experiência como treinador também o levou a passagens pelo Fenerbahçe, da Turquia, onde conquistou muitos admiradores, além de ter treinado o Bunyodkor (Uzbequistão), CSKA Moscou (Rússia), Olympiacos (Grécia), a seleção do Iraque, o Al-Gharafa (Catar) e o Goa (Índia).
Em 1998, colaborou como coordenador técnico da Seleção Brasileira na Copa da França, sob o comando de Zagallo, demonstrando sua versatilidade e conhecimento tático.
Curtiu esse post?
Participe e suba no rank de membros