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A SAF do Flamengo: Um Modelo Diferente

Por Redação Flapress em 02/05/2024 14:40

A SAF do Flamengo: Um Modelo Para o Futuro

O Flamengo tem se mostrado favorável à implementação de uma SAF (Sociedade Anônima do Futebol), mas ressalta que seu modelo será diferente dos existentes no futebol brasileiro. O presidente Rodolfo Landim defende a criação de uma empresa para financiar a construção do estádio do clube sem prejudicar os investimentos no futebol.

Landim cita como exemplo o Bayern de Munique, que vendeu participações minoritárias para empresas parceiras, mantendo 75% de controle da associação civil. Ele afirma que uma eventual venda de 25% de uma SAF rubro-negra permitiria a construção do estádio de forma segura.

Governança e Legado

Para Landim, o modelo de SAF permite manter o legado construído pela reestruturação financeira do Flamengo . Ele acredita que a governança de uma empresa garante disciplina nas tomadas de decisão e protege o clube de decisões impensadas.

O presidente afirma que o clube tem estrutura financeira para investir no estádio sem comprometer o seu desempenho. Ele destaca a importância de um estádio moderno para aumentar as receitas e melhorar o desempenho financeiro.

Perspectivas para o Futuro

Landim enfatiza que, embora não pretenda se perpetuar no poder, está disposto a contribuir para o Flamengo após o fim de seu mandato. Ele defende transformações estatutárias que garantam a continuidade de uma gestão disciplinada no clube.

O Flamengo vem se preparando para o investimento no estádio, reduzindo dívidas e evitando criar novas pendências. Landim alerta que uma má gestão pode destruir o clube em pouco tempo e enfatiza a responsabilidade do presidente na tomada de decisões.

Diferenças para Outras SAFs

Landim destaca que o modelo de SAF proposto para o Flamengo é distinto dos adotados por outros clubes brasileiros. Ele afirma que o clube não deixará de ser plural e que os sócios continuarão a escolher o mandatário.

Ele reconhece que o termo "SAF" pode causar confusão, mas enfatiza que o modelo proposto visa proteger o clube e garantir seu futuro financeiro. O Flamengo continuará a ser governado pelos sócios, mas com a participação de investidores que contribuirão para o crescimento do clube.

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