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Flamengo trava negociação por Almada e define novos alvos no mercado
Por Redação Flapress em 09/08/2026 19:16
O cenário nos bastidores do Flamengo segue movimentado, com decisões estratégicas que impactam diretamente o planejamento da equipe. A diretoria rubro-negra definiu prioridades e encerrou tratativas que não se alinhavam à política financeira do clube, enquanto observa a movimentação de rivais em relação aos seus atletas.
O ponto final na negociação por Thiago Almada
A cúpula do Flamengo optou por interromper as investidas pelo meio-campista argentino Thiago Almada. O motivo central foi a exigência salarial apresentada pelo estafe do jogador, que foi classificada como incompatível com a realidade financeira do clube. A avaliação interna é de que atender aos valores solicitados ? em torno de 6 milhões de euros líquidos anuais ? causaria um desequilíbrio nocivo no teto salarial do plantel.
Para oficializar o encerramento, o executivo José Boto realizou uma viagem à Argentina, comunicando pessoalmente a decisão. Diante disso, o foco do Rubro-Negro foi redirecionado para a busca pelo atacante Luiz Henrique, que possui vínculo com o Zenit, tornando-se o alvo principal para o fortalecimento do grupo nesta janela.
Cebolinha no radar de rivais da Série A
Outro ponto de atenção na Gávea é a situação de Everton Cebolinha. O atacante, que possui contrato vigente até 2027, despertou o interesse do Fluminense, além de ter sido consultado por outras agremiações, como o Corinthians. O alto salário do atleta, contudo, permanece sendo o maior obstáculo para qualquer avanço nas tratativas.
Apesar das sondagens, não houve consenso sobre uma eventual adequação salarial. Desde sua chegada ao clube em 2022, o jogador acumula números expressivos conforme a tabela abaixo:
| Indicador | Dados |
|---|---|
| Partidas disputadas | 190 |
| Gols marcados | 21 |
| Assistências | 25 |
A relação entre Flamengo e Palmeiras
Em uma esfera mais institucional, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, presidente do Flamengo , abordou o distanciamento entre a diretoria carioca e a gestão de Leila Pereira no Palmeiras. Embora admita que o desgaste tenha se acentuado, o dirigente defende que o profissionalismo deve prevalecer em pautas fundamentais para o futebol brasileiro.
Sobre as responsabilidades pelo clima entre os clubes, Bap foi direto ao avaliar o histórico recente: "Ela não é culpada por tudo de ruim da relação, também tenho minha parte. O jogo tem isso, às vezes, umas cotoveladas, ofensas. Eu sei o que fiz, e ela também".
Apesar das divergências, o presidente reforçou a necessidade de pragmatismo nas relações entre os gigantes nacionais. Segundo o mandatário, "Flamengo e Palmeiras não precisam ser amigos, mas precisam sentar na mesa e discutir negócio como deve ser feito". Bap lamentou que a falta de confiança entre as partes comprometa projetos coletivos, como a estruturação de uma liga nacional, e ressaltou que mantém bom trâmite com outros ex-dirigentes palmeirenses.
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