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Emerson Royal expulso? Polêmica em Flamengo e Cruzeiro agita Libertadores

Por Redação Flapress em 20/08/2026 16:22

A classificação do Flamengo no Maracanã foi carimbada com autoridade em campo, mas o confronto diante do Cruzeiro pela Libertadores acabou marcado por uma enorme controvérsia de arbitragem. O triunfo rubro-negro, construído com gols de Arrascaeta e Samuel Lino, dividiu as atenções com uma decisão polêmica do juiz uruguaio Gustavo Tejera, que gerou forte contestação por parte dos torcedores e analistas esportivos.

O desenho tático da partida mostrou um Flamengo amplamente superior durante os primeiros 45 minutos. Sob o comando de Jardim, a equipe explorou com eficiência o corredor esquerdo ofensivo, sufocando o adversário mineiro. A superioridade técnica se transformou em vantagem aos 34 minutos, quando Arrascaeta tabelou com Pedro e finalizou com extrema precisão, sem dar chances de defesa ao goleiro Otávio. O placar magro no intervalo não refletia totalmente o volume de jogo imposto pelos donos da casa.

Na etapa complementar, o Cruzeiro esboçou uma reação imediata. Logo aos dois minutos, os visitantes reclamaram de uma bola que teria ultrapassado a linha fatal. Na sequência imediata da jogada, Romero aproveitou o passe de Gerson para vencer o goleiro Rossi e igualar o marcador. A resposta rubro-negra, contudo, foi rápida e eficiente. Aos 16 minutos, Pedro atuou novamente como pivô e serviu Samuel Lino, que limpou a marcação com enorme categoria para definir o placar. O gol selou a redenção do atleta, que repercutiu entre os torcedores "Com crueldade".

Gols de Arrascaeta e Samuel Lino garantem classificação no Maracanã

Apesar da festa pela vaga garantida, o grande debate do jogo girou em torno de um lance ocorrido ainda aos 16 minutos do primeiro tempo. Em uma disputa de bola ríspida, o lateral rubro-negro Emerson Royal atingiu o rosto de Wesley, atacante do Cruzeiro. A jogada violenta provocou revolta imediata nas redes sociais, com pedidos insistentes pela aplicação do cartão vermelho direto ao defensor do Flamengo .

A passividade da equipe de arbitragem diante do ocorrido chamou a atenção. O árbitro de campo optou por não marcar falta e sequer aplicar uma advertência verbal, enquanto o árbitro de vídeo, Andrés Cunha, preferiu não recomendar a revisão do lance na cabine. A decisão foi duramente criticada pelo público, que classificou a jogada como uma agressão clara. Entre as manifestações dos torcedores, o sentimento de indignação ficou evidente: "Meu amigo, isso aí é injustificável".

Arbitragem polêmica de Gustavo Tejera gera debates na Libertadores

O estilo de condução de Gustavo Tejera ao longo dos 90 minutos seguiu uma linha extremamente permissiva. O juiz uruguaio assinalou um total de 22 infrações, mas optou por segurar os cartões, distribuindo apenas três advertências amarelas durante todo o embate no Maracanã. Essa postura complacente contribuiu para que o clima do jogo ficasse tenso e repleto de reclamações de ambos os lados.

Abaixo, confira os dados técnicos e os responsáveis pela condução deste duelo decisivo pela competição continental:

Detalhes da Partida Informações Oficiais
Competição Libertadores 2026
Estádio Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro Principal Gustavo Tejera (URU)
Responsável pelo VAR Andrés Cunha (URU)
Total de Faltas 22
Cartões Amarelos 3 (1 para o Flamengo, 2 para o Cruzeiro)

Embora o Flamengo tenha demonstrado virtudes coletivas e individuais para avançar no torneio sul-americano, o episódio envolvendo Emerson Royal serve como alerta para os perigos de decisões cruciais da arbitragem, que poderiam ter alterado completamente o destino do confronto eliminatório.

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